Já fui criticada por ter fome de vida. Por querer viver tudo tão intensamente, e principalmente, por querer viver agora! Sei lá, acho tudo tão passageiro. O que era bom antes, hoje já não é tão legal, o que era irreal, hoje faz sentido...
Fico perdida na movimentação de sentimentos, desejos e medos que estimulam a vida.
Tenho medo de no meu último suspiro perceber que nunca fiz nada honroso, nada que possa me orgulhar, nada que me tranqüilize e me faça pensar “é, valeu a pena, eu vivi”.
Tenho medo, mas muito medo, de apenas existir e não viver. Não quero estar no mundo só para queimar oxigênio, quero mais do que tudo, exercer uma função.
Não quero ser rica, amada e desejada por todos, quero apenas ser eu mesma e explorar ao máximo os meus talentos, pensamentos, ideologias e experiências.
Quero dissecar a vida, quero ter autonomia sobre cada segundo que vivo. Quero conhecimento de causa, quero experiências boas e ruins. Quero ser feliz. E por que não sofrer também? Quero acima de tudo, poder expressar tudo que sinto, porque sinto muito, sinto tudo e sinto agora. Desespera-me a sensação de quem vai explodir por conta de tantos sentimentos reprimidos. Posso surtar a qualquer momento, não faço idéia do que será minha válvula de escape, só sei que ela TEM de existir. Angustia-me o fato de ser tão cheia de sentimentos, pensamentos, medos e desejos e não conseguir expressar ao menos um.
Hoje talvez seja um dia especial na minha vida, o dia em que pela primeira vez estou conseguindo expressar o que sinto. Talvez esse seja o segredo, o meu segredo para expressar tudo que está reprimido, deixar acumular até não agüentar mais, buscar em outras pessoas sentimentos parecidos, para inflamarem ainda mais os meus, até tudo ficar tão incontrolável, tão imenso, que transborde e drible minha ineficiência de ser transparente quanto ao que sinto.
Pensar na vida me deixa tão sensível e tão profunda, que sinto orgulho de mim, por não ser tão vazia quanto penso que sou, por me importar com coisas que a maioria das pessoas não prestam atenção e por dar valor a essa experiência única que é a vida. Mas também fico muito decepcionada, porque paro e penso em tudo que faço, ou melhor, em tudo que deixo de fazer. E acabo achando que morrerei sem o alívio de ter vivido plenamente, como se deve viver.
Às vezes acho que o melhor é não pensar e sim deixar fluir, mas algumas vezes, tenho a certeza de que o correto é pensar, agir, e aí sim, deixar fluir. Gosto do acaso e vivo bastante sua filosofia, apesar de acreditar um pouco no destino. Gosto de pensar na junção dos dois.
Vejo os dias voando, os meses acabando, o ano se esgotando, e eu aqui na mesmice com meus dias vazios. Tudo tão rápido, tudo tão assustador.
Tenho uma certeza convicta: não quero ter uma vida vazia, não quero ser superficial. Não me permito ser assim. Sei que tenho muito mais a oferecer do que apenas conceitos fúteis e inúteis. Quero ser eu, com toda a minha complexidade e incompreensão por parte de muitos, mas ainda assim, eu! Posso decepcionar a todos, menos a mim. Caráter, mérito, coragem e sinceridade são o que busco e o que faz sentido pra mim. Não permito me trair.
Fico perdida na movimentação de sentimentos, desejos e medos que estimulam a vida.
Tenho medo de no meu último suspiro perceber que nunca fiz nada honroso, nada que possa me orgulhar, nada que me tranqüilize e me faça pensar “é, valeu a pena, eu vivi”.
Tenho medo, mas muito medo, de apenas existir e não viver. Não quero estar no mundo só para queimar oxigênio, quero mais do que tudo, exercer uma função.
Não quero ser rica, amada e desejada por todos, quero apenas ser eu mesma e explorar ao máximo os meus talentos, pensamentos, ideologias e experiências.
Quero dissecar a vida, quero ter autonomia sobre cada segundo que vivo. Quero conhecimento de causa, quero experiências boas e ruins. Quero ser feliz. E por que não sofrer também? Quero acima de tudo, poder expressar tudo que sinto, porque sinto muito, sinto tudo e sinto agora. Desespera-me a sensação de quem vai explodir por conta de tantos sentimentos reprimidos. Posso surtar a qualquer momento, não faço idéia do que será minha válvula de escape, só sei que ela TEM de existir. Angustia-me o fato de ser tão cheia de sentimentos, pensamentos, medos e desejos e não conseguir expressar ao menos um.
Hoje talvez seja um dia especial na minha vida, o dia em que pela primeira vez estou conseguindo expressar o que sinto. Talvez esse seja o segredo, o meu segredo para expressar tudo que está reprimido, deixar acumular até não agüentar mais, buscar em outras pessoas sentimentos parecidos, para inflamarem ainda mais os meus, até tudo ficar tão incontrolável, tão imenso, que transborde e drible minha ineficiência de ser transparente quanto ao que sinto.
Pensar na vida me deixa tão sensível e tão profunda, que sinto orgulho de mim, por não ser tão vazia quanto penso que sou, por me importar com coisas que a maioria das pessoas não prestam atenção e por dar valor a essa experiência única que é a vida. Mas também fico muito decepcionada, porque paro e penso em tudo que faço, ou melhor, em tudo que deixo de fazer. E acabo achando que morrerei sem o alívio de ter vivido plenamente, como se deve viver.
Às vezes acho que o melhor é não pensar e sim deixar fluir, mas algumas vezes, tenho a certeza de que o correto é pensar, agir, e aí sim, deixar fluir. Gosto do acaso e vivo bastante sua filosofia, apesar de acreditar um pouco no destino. Gosto de pensar na junção dos dois.
Vejo os dias voando, os meses acabando, o ano se esgotando, e eu aqui na mesmice com meus dias vazios. Tudo tão rápido, tudo tão assustador.
Tenho uma certeza convicta: não quero ter uma vida vazia, não quero ser superficial. Não me permito ser assim. Sei que tenho muito mais a oferecer do que apenas conceitos fúteis e inúteis. Quero ser eu, com toda a minha complexidade e incompreensão por parte de muitos, mas ainda assim, eu! Posso decepcionar a todos, menos a mim. Caráter, mérito, coragem e sinceridade são o que busco e o que faz sentido pra mim. Não permito me trair.
Ameiii....
ResponderExcluirAna vc escreve muitoo bem, acho qe só agora descobri isso, mas tudo tem a ver contigo
gostii demais